Headbangers de Pernambuco, uni-vos!

A Brava anda respirando Rock and Roll nos últimos dias. O motivo? Nós somos os responsáveis pelas ações locais de relacionamento envolvendo o Metal Open Air, o maior festival de gênero no Brasil, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de abril, em São Luís, no Maranhão. Uhull!

O festival que promete reunir os amantes de Metalcore, vai contar com super atrações nacionais e internacionais, como: Megadeth e Anthrax ,Venom, Blind Guardian, Grave Digger, Saxon, Dio Disciples, Symphony X, U.D.O., Obituary, Exodus, Orphaned Land, Exciter, Destruction, OTEP, Legion of the Damned, Fear Factory e Anvil. Representando o Metal brasileiro, só as melhores bandas do país com Matanza, Motorocker, Andre Matos, Almah, Stress, Shadowside, Korzus, Ácido, Ânsia de Vômito, Megahertz, Ratos de Porão, Dark Avenger, Torture Squad, Shaman, Drowned, Unearthly, Attomica, Hangar, Terra Prima, Semblant, Obskure, Headhunter D.C. e Expose Your Hate.

Muito bom, não é? Mas o M.O.A ainda reserva mais surpresas! O ator norte-americano Charlie Sheen, da consagrada série Two And A Half Men, virá especialmente para o festival para apresentar o show do Rock N Roll All Stars! isso mesmo! ROCK N ROLL ALL STARS!!! \m/

Rock N Roll All Stars é um dos projetos mais audaciosos dos últimos anos. Uma superbanda, formado pelos titãs do rock mundial, virá ao país com exclusividade e estarão presentes no METAL OPEN AIR, para delírio dos fãs de todas as grandes bandas que seus integrantes representam: Gene Simmons (KISS), Joe Elliott (Def Leppard), Matt Sorum (Guns N’ Roses), Duff McKagan (Guns N’ Roses), Gilby Clarke (Guns N’ Roses), Glenn Hughes (Deep Purple), Ed Roland (Collective Soul), Sebastian Bach (a voz original do Skid Row), Steve Stevens (Billy Idol), Mike Inez (Alice in Chains) e Billy Duffy (The Cult). Este é o time de estrelas que fará um show inédito!

O METAL OPEN AIR também vai levar os caras para passear pela área de M&G dos camarotes – sim, todo o grupo está com presença confirmada nessa área de encontro com os fãs!

Fique ligado na gente para acompanhar todas as novidades do Metal Open Air. Mais informações no site oficial www.metalopenair.com. Para ir aquecendo, escuta o hino oficial do festival!

 

Procura-se estagiário para @abrava

Estamos abrindo seleção para estudantes de publicidade ou design gráfico (do 3° período ao 6° período) que curtam redes sociais e tenham conhecimento em Photoshop e CorelDRAW. Envie seu currículo e endereço de portfólio online para: mariliasantos@bravacomunicacao.com.

A menina da escada subiu mais um degrau

Os gordos da Brava desejam muito sucesso para Marina Simões que subiu um degrau na sua vida profissional e começou a trabalhar hoje como estagiária do Diarios Associados, atuando no jornal Aqui PE.

Que 2012 seja de…

‎2012 será o começo de um novo tempo

Somos Crianças!

Nunca devemos perder o espírito infantil. Na verdade, todo mundo sabe disso, mas pouca gente aplica esse ensinamento à vida. Manter o espírito de criança não significa deixar de assumir as responsabilidades, mas fazer um dia mais leve, rir mais, brincar mais, levar a vida mais na esportiva. É isso que a gente tenta fazer aqui, mesmo com tantas metas para cumprir. O trabalho é duro, mas o riso é fácil, fácil. Fizemos este vídeo para comemorar o Dia das Crianças. Esperamos que gostem!

“Continue com fome, continue bobo!”

Discurso de Steve Jobs, em Stanford, em 2005

“Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.

A primeira história é sobre ligar os pontos.

Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.

Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”

Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.

Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.

Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.

Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.

Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.

Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.

De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.

Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.

E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.

Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].

Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.

A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.

E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.

Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.

Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.

Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.

Minha terceira história é sobre morte.

Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.

Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.

Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.

Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.

Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.

Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.

O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.

Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.

Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.

Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:

“Continue com fome, continue bobo.”

Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.

Obrigado.

Somos abiscoitados

É, a gente gosta de inventar moda mesmo. Ontem, olhando um cofrinho de moedas que temos aqui em cima, deu uma vontade imensa de comer biscoito. Decidimos, então, criar o nosso Dia Nacional do Biscoito: 23 de setembro, hoje!

Vamos comer até enjoar. Até porque é sexta e às sextas, não sabemos por que motivo, sentimos mais fome. E trabalhamos demais durante a semana inteira, pensando em tudo quanto é ferramenta de comunicação. Muitas tarefas, muitos projetos, excelentes resultados. Merecemos um lanchinho, né?

Como o cofrinho é lindo, resolvemos comprar um outro e sortear entre os amigos daqui do Recife que gostam de biscoito. Quer concorrer? Basta clicar aqui. Resultado na segunda-feira (26). Ops, nesta terça-feira (27), vamos aproveitar o Dia de Cosme e Damião para fazer a premiação. Resultado sai nesta quarta, às 10h.

Agora quanto ao biscoito, sorry! Vamos acabar com tudo!

Que barra!

Hoje foi um dia de despedidas aqui na Brava, que barra!  Desejamos muito sucesso para @linybops e @kleitonanderson!

@linybops:

Como qualquer pessoa normal que se preze, não gosto de despedidas. Também não gosto de ser novata, mas a sensação é diferente, porque aí você vai se tornar veterana um dia, se acostumar com o ambiente novo de trabalho, com as responsas e com as pessoas. E quando você sai, depois de todo esse “rito de iniciação”? Se “desliga”? Tava matutando isso, porque nunca uma saída foi tão difícil pra mim. Sim, porque de todas as portas que fechei profissionalmente, saí sempre com um “ufa, que alívio”. Por N motivos. Aqui não. É mais “poxa, que barra, mas tem que ser assim”.

Não vou puxar o saco de nada nem ninguém, porque todo mundo, que tá dentro ou que vê de fora, sabe que a Brava é um lugar incrível pra se trabalhar. As pessoas são fodas no que fazem e são pessoas fodas como seres humanos. Quem entra na empresa sente: só tem amor (com calda de chocolate, cerveja, pizza e outras gordices). Até nos momentos tensos, parece família resolvendo bronca, porque tudo se acerta. Acho que aqui é isso: um tipo de família.

Acredito que posso falar por todo mundo que trabalhou aqui, principalmente pelos estagiários como eu. Dá uma dorzinha no coração sair do convívio braviano de todo dia. Sentirei falta das comilanças, das bullynadas de Luciene, das discussões sem fim sobre assuntos variados, dos amigos, ai, de tudo.

Deixa eu parar por aqui, sem choro nem vela. Um abraço em cada um e muita luz pra todos (piadas internas, só pros lindos).

<3

@kleitonanderson:

Na minha despedida, fiquei matutando o que escrever pra agradecer à todos que fazem parte da @abrava. Falar de cada um não é difícil, mas não me exime da responsabilidade de ser fiel ao que vocês de fato são! Trabalhar na @abrava nesse período me fez ver as coisas sob uma nova perspectiva, sonhos renasceram, desafios foram conquistados, fui diariamente instigado a ser alguém melhor. É engraçado como muita gente de fora vive dizendo que gostaria de trabalhar aqui… Deve ser porque a galera vê de fato, a satisfação e alegria dessa turminha maravilhosa, com quem tive a oportunidade de conviver e me relacionar.

Na @abrava, mesmo quem não gosta de abraços, aprende a receber afago e vê que o calor do outro faz uma diferença enorme (né @linybops?). Ninguém se compara com a divertida @lulu_bar, que vive bulinando os estagiários, mas ninguém larga do pé dela! Porque ela é show de bola. @maricsantos é uma menina meiga, divertida e sempre tem experiências incríveis pra compartilhar com quer quem seja. @_anderson_lima_ é o nosso intelectual, gente finíssima! Sempre com bons papos e antenado em tudo. Vale a pena dar um follow nele! @Mandissima_ife é uma tremenda pop star. Ela sim, sabe ficar bem colocada e arrebentar em qualquer ocasião, muito sucesso viu neguinha! Aos companheiros distantes de trabalho, @Diego_gondim e Marco Sodré deixo um enorme abraço. Mesmo não conhecendo tão bem a @marina_simoes1, já deu pra perceber que ela é uma boa menina. E por último, mas não menos importante, a querida @AnaLimaBrava: é a pessoa responsável por tornar a @abrava um lugar de aprendizagem e experiência. Gostaria de agradecer pela oportunidade e confiança que você depositou em mim. Saiba que me espelhei em você para me tornar um profissional cada vez melhor….. Sei que você é uma pessoa iluminada por Deus. Desejo que você continue sendo essa mulher maravilhosa, sábia e sempre pra cima! Já estou sentindo saudades de todos vocês! Isso é verdadeiro! Aprendi com as virtudes de cada um, se houve algum defeito, nem fiz questão de reparar, eles de fato não importam! Vocês são demais!

Um beijo grande em todos

Procura-se estagiário para @abrava

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O Bolo é massa!

Bem-vindo(a) ao Bolo de Rolo - O blog delicioso que fala de mídias sociais e tudo que rola na internet, além de mostrar um pouco do que acontece dentro da agência mais querida (e modesta) do Recife, a Brava Comunicação!

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